sábado, 4 de dezembro de 2010
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
domingo, 10 de outubro de 2010
LÉVY, Pierre. Cibercultura. Trad. Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Ed. 34, 1999.
Na Wikipédia, o conceito de interatividade que quase sempre está associado às novas mídias de comunicação, pode ser definida como:
“uma medida do potencial de habilidade de uma mídia permitir que o usuário exerça influência sobre o conteúdo ou a forma da comunicação mediada.”
Há entretanto a perspectiva sociológica do termo que seria:
“a relação entre duas ou mais pessoas que, em determinada situação, adaptam seus comportamentos e ações uns aos outros”
Na visão conceitual a interatividade é definida como:
“o grau com o qual uma tecnologia de comunicação pode criar um ambiente mediado no qual participantes podem se comunicar [...] sincronizada ou assincronamente e participar em trocas de mensagens recíprocas [...] [e] também se refere à habilidade do usuário de perceber a experiência como uma simulação da comunicação interpessoal [...]”
Na visão operacional, conclui-se que “interatividade é estabelecida por três fatores: estrutura tecnológica do meio usado (velocidade, alcance, flexibilidade do sincronismo e complexidade sensorial); característica do ajuste da comunicação; e percepção dos indivíduos (proximidade, velocidade percebida, ativação sensorial e tele-presença)”
Para Pierre Levy, "O termo "interatividade" em geral ressalta a participação ativa do beneficiário de uma transação de informação. De fato, seria trivial mostrar que um receptor de informação, a menos que esteja morto, nunca é passivo. Mesmo sentado em frente a uma televisão sem controle remoto, o destinatário decodifica, interpreta, participa, mobiliza o seu sistema nervoso. Além disso, como so satélites e o cabo dão acesso a centenas de canais diferentes, conectados a um videocassete permitem a criação de uma videoteca e definem um dispositivo televisual evidentemente mais "interativo" que aquele da emissora única sem videocassete. A possibilidade de reapropriação e de recombinação material da mensagem por seu receptor é um parâmetro fundamental para avaliar o grau de interatividade do produto." (LÉVY, 1999, p. 73)
Para mim, a “interatividade” está constantemente presente na relação do ser humano com o outro e do indivíduo com a tecnologia. Como estamos falando do uso das tics na vida do ser humano podemos perceber que atualmente, nós interagimos muito com a presença de vários tipos de tecnologia. Por exemplo, ao assistirmos a televisão, os programas mexem com o nosso corpo físico, e podemos interagir com eles através da nossa emoção. O telefone, o celular usamos a voz para interagir com as pessoas que estão no outro lado.
Ultimamente, costumo usar o programa Skype que acho formidável, sensacional. Pois, as pessoas podem interagir virtualmente, podendo ver as nossas ações, emoções de uma forma nítida.
É realmente muito forte, a utilização desse programa via a tecnologia do computador, pois as pessoas podem sanar a saudade de entes queridos que moram longe, mais o que é chato, é que infelizmente há uma barreira do monitor para nos tocarmos.
Já o som, Pierre Levy aborda que pode ser modificado pelo homem, através do uso da tecnologia, como é o caso da música eletrônica. O que será que as pessoas pensam desse estilo de música, será que conquistou uma boa platéia, pode até ser, mais não sou muito adepta a este tipo música. O que eu prefiro é uma música que seja de forma original, de melodia que me encante. Entretanto, eu gosto muito de uma música, que não só me faz lembrar da minha infância, como também do meu pai é “Como vai você de Antônio Marcos, recentemente essa música foi gravada pela dupla Zezé di Camargo & Luciano para o filme “Os dois filhos de Francisco” e achei formidável o uso da tecnologia para gravar a voz do cantor que infelizmente morreu há anos com uma dupla que faz sucesso na música sertaneja.
“uma medida do potencial de habilidade de uma mídia permitir que o usuário exerça influência sobre o conteúdo ou a forma da comunicação mediada.”
Há entretanto a perspectiva sociológica do termo que seria:
“a relação entre duas ou mais pessoas que, em determinada situação, adaptam seus comportamentos e ações uns aos outros”
Na visão conceitual a interatividade é definida como:
“o grau com o qual uma tecnologia de comunicação pode criar um ambiente mediado no qual participantes podem se comunicar [...] sincronizada ou assincronamente e participar em trocas de mensagens recíprocas [...] [e] também se refere à habilidade do usuário de perceber a experiência como uma simulação da comunicação interpessoal [...]”
Na visão operacional, conclui-se que “interatividade é estabelecida por três fatores: estrutura tecnológica do meio usado (velocidade, alcance, flexibilidade do sincronismo e complexidade sensorial); característica do ajuste da comunicação; e percepção dos indivíduos (proximidade, velocidade percebida, ativação sensorial e tele-presença)”
Para Pierre Levy, "O termo "interatividade" em geral ressalta a participação ativa do beneficiário de uma transação de informação. De fato, seria trivial mostrar que um receptor de informação, a menos que esteja morto, nunca é passivo. Mesmo sentado em frente a uma televisão sem controle remoto, o destinatário decodifica, interpreta, participa, mobiliza o seu sistema nervoso. Além disso, como so satélites e o cabo dão acesso a centenas de canais diferentes, conectados a um videocassete permitem a criação de uma videoteca e definem um dispositivo televisual evidentemente mais "interativo" que aquele da emissora única sem videocassete. A possibilidade de reapropriação e de recombinação material da mensagem por seu receptor é um parâmetro fundamental para avaliar o grau de interatividade do produto." (LÉVY, 1999, p. 73)
Para mim, a “interatividade” está constantemente presente na relação do ser humano com o outro e do indivíduo com a tecnologia. Como estamos falando do uso das tics na vida do ser humano podemos perceber que atualmente, nós interagimos muito com a presença de vários tipos de tecnologia. Por exemplo, ao assistirmos a televisão, os programas mexem com o nosso corpo físico, e podemos interagir com eles através da nossa emoção. O telefone, o celular usamos a voz para interagir com as pessoas que estão no outro lado.
Ultimamente, costumo usar o programa Skype que acho formidável, sensacional. Pois, as pessoas podem interagir virtualmente, podendo ver as nossas ações, emoções de uma forma nítida.
É realmente muito forte, a utilização desse programa via a tecnologia do computador, pois as pessoas podem sanar a saudade de entes queridos que moram longe, mais o que é chato, é que infelizmente há uma barreira do monitor para nos tocarmos.
Já o som, Pierre Levy aborda que pode ser modificado pelo homem, através do uso da tecnologia, como é o caso da música eletrônica. O que será que as pessoas pensam desse estilo de música, será que conquistou uma boa platéia, pode até ser, mais não sou muito adepta a este tipo música. O que eu prefiro é uma música que seja de forma original, de melodia que me encante. Entretanto, eu gosto muito de uma música, que não só me faz lembrar da minha infância, como também do meu pai é “Como vai você de Antônio Marcos, recentemente essa música foi gravada pela dupla Zezé di Camargo & Luciano para o filme “Os dois filhos de Francisco” e achei formidável o uso da tecnologia para gravar a voz do cantor que infelizmente morreu há anos com uma dupla que faz sucesso na música sertaneja.
Refletindo sobre A práxis Pedagógica.
BONILLA, Maria Helena. A práxis pedagógica presente e futura e os conceitos de verdade e realidade frente às crises do conhecimento científico no século XX. In: PRETTO, Nelson De Luca. Tecnologias e novas educações. Salvador: EDUFBA, 2005. p.70-81.
Para Bonilha, estamos diante dos processos de mudança altamente contraditórios e desiguais, variáveis na sua intensidade e até na sua direção.
Essas transformações, estão vinculadas aos valores da cultura, dos modelos conceituais para explicar e justificar a construção dos novos conhecimentos e como relacionamos. Diante disso, as transformações científicas e tecnológicas estão intimamente relacionadas com as alterações que ocorrem nas relações e nas formas de organização social, na ordem econômico e político.
São dessas formas que as teias das relações são inseridas no processo educativo, ou seja, na escola. A instituição educativa influência na posição crítica no ser humano, tanto no âmbito global ou local através da tecnologia, conhecimentos, pensamentos e/ou comunicação.
Bonilha afirma que as mudanças na sociedade, ou qualquer área da vida quando a idéia geral de ordem. A ordem pode ser percebida através dos conhecimentos que tivemos diante de uma sociedade medieval, moderna ou contemporânea.
A cosmovisão medieval era de uma ordem atemporal (eterna) porque cada coisa tinha seu lugar natural. O objetivo desse movimento é conduzir esse lugar natural a idéia de que o universo era um organismo simples e que a relação da natureza com o homem era contemplativo.
No cosmo moderno, é hegemônica as formas de pensamento e de conceitualização e estão relacionadas à linguagem e às tecnologias da escrita. Por exemplo, o uso da impressão deu uma base ampla para a educação universal e para a difusão das concepções de homem, sociedade e natureza, possibilitou que a demonstração visual fosse preponderante e centrando as atividades científicas no manuseio e análise de alguns recursos didáticos como mapas, tabelas, gráficos, dicionários que são importantes e confiáveis.
A escrita, por separar o conhecedor do conhecido, estabelece condições para o distanciamento e a objetividade, no sentido de um desprendimento individual para um entendimento de conceitos, dedução e seqüencial, para valorizar as razões e a ordem.
A norma para o conhecimento é “a verdade” de forma crítica e objetiva independente dos sujeitos que a comunicam. Concordo que os conhecimentos servem para os formadores de sujeitos críticos que vivem em uma sociedade que tem transformações desiguais. Porém, o saber está disponível, pode ser estocado, consultado, comparado, um objeto suscetível a análise. A relação que pode ser feita sobre a “verdade” e o “saber” é que para se ter a verdade é preciso que o indivíduo tenha acesso ao saber para existir o conhecimento.
Já a cosmovisão contemporânea tem mostrado que nenhum sistema pode ser olhado como isolado por completo e autodeterminado e nenhuma imagem ou analogia é equivalente ao próprio objeto, pois elas estão sendo influenciadas pelo enunciado.
Para Bonilha, estamos diante dos processos de mudança altamente contraditórios e desiguais, variáveis na sua intensidade e até na sua direção.
Essas transformações, estão vinculadas aos valores da cultura, dos modelos conceituais para explicar e justificar a construção dos novos conhecimentos e como relacionamos. Diante disso, as transformações científicas e tecnológicas estão intimamente relacionadas com as alterações que ocorrem nas relações e nas formas de organização social, na ordem econômico e político.
São dessas formas que as teias das relações são inseridas no processo educativo, ou seja, na escola. A instituição educativa influência na posição crítica no ser humano, tanto no âmbito global ou local através da tecnologia, conhecimentos, pensamentos e/ou comunicação.
Bonilha afirma que as mudanças na sociedade, ou qualquer área da vida quando a idéia geral de ordem. A ordem pode ser percebida através dos conhecimentos que tivemos diante de uma sociedade medieval, moderna ou contemporânea.
A cosmovisão medieval era de uma ordem atemporal (eterna) porque cada coisa tinha seu lugar natural. O objetivo desse movimento é conduzir esse lugar natural a idéia de que o universo era um organismo simples e que a relação da natureza com o homem era contemplativo.
No cosmo moderno, é hegemônica as formas de pensamento e de conceitualização e estão relacionadas à linguagem e às tecnologias da escrita. Por exemplo, o uso da impressão deu uma base ampla para a educação universal e para a difusão das concepções de homem, sociedade e natureza, possibilitou que a demonstração visual fosse preponderante e centrando as atividades científicas no manuseio e análise de alguns recursos didáticos como mapas, tabelas, gráficos, dicionários que são importantes e confiáveis.
A escrita, por separar o conhecedor do conhecido, estabelece condições para o distanciamento e a objetividade, no sentido de um desprendimento individual para um entendimento de conceitos, dedução e seqüencial, para valorizar as razões e a ordem.
A norma para o conhecimento é “a verdade” de forma crítica e objetiva independente dos sujeitos que a comunicam. Concordo que os conhecimentos servem para os formadores de sujeitos críticos que vivem em uma sociedade que tem transformações desiguais. Porém, o saber está disponível, pode ser estocado, consultado, comparado, um objeto suscetível a análise. A relação que pode ser feita sobre a “verdade” e o “saber” é que para se ter a verdade é preciso que o indivíduo tenha acesso ao saber para existir o conhecimento.
Já a cosmovisão contemporânea tem mostrado que nenhum sistema pode ser olhado como isolado por completo e autodeterminado e nenhuma imagem ou analogia é equivalente ao próprio objeto, pois elas estão sendo influenciadas pelo enunciado.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Docência Online
Na Revista Nova Escola de Novembro de 2009, encontramos um artigo falando de “Educação Online”, com o título “Vale a pena entrar nessa?” . Logo no ínicio do artigo, afirma-se que houve um percentual grande de alunos utilizando essa modalidade de curso e indaga os leitores se é mito ou verdade essa forma de ensino.
Convém acrescentar que essa modalidade de ensino vem crescendo muito porque muitas pessoas moram longe de Universidades e a melhor maneira de estudar é através de ambientes virtuais como chats, fóruns e e-mails para unir professores e turmas.
O ensino à distância, iniciou-se no século 20, com cursos profissionalizantes por carta, rádio e, mais tarde, pela tv. Só com a internet e a banda larga, eles se tornaram viáveis na graduação e na pós.
Alguns especialistas apontam graves problemas na forma como o Ead tem sido conduzida no país, pois falta aparato suficiente para acompanhar, supervisionar e fiscalizar os cursos, fato que pode comprometer a sua qualidade. Outro ponto frágil da prática governamental; segundo o trabalho seria a pouca verba destinada aos tutores ( que acompanham a aprendizagem dos grupos), feito por meio de bolsas da coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), o que tornaria a qualificação dos profissionais precária.
Na Ead, não se pode deixar o material de leitura acumular. Se isso ocorrer, fatalmente não se consegue aprender o conteúdo, perceber onde se tem dificuldade para pedir ajuda ou mesmo acompanhar as discussões nos momentos em que toda a turma está reunida por meio de chats e videoconferências.
O uso de vídeos online está presente em mais de 57% das instituições, sendo que 52% delas a transmissão comporta interatividade entre estudantes e mestres. Quem não tem computador com internet rápida pode sair prejudicado. Afinal, ninguém tem paciência de passar horas esperando um vídeo carregar. E não se pode perder a chance de conversar com o professor em videoconferência porque a máquina não dá suporte a essa ferramenta.
Na palestra sobre “docência online” no dia 17 de setembro de 2010 no PAF I da Universidade Federal da Bahia com Dra. Ana Maria Hessel, falando sobre saberes online, experiência de docência online da Dra. Edméa Santos que diz, ser a docência online é um ambiente em rede de construção de aprendizagem, que ocorre com interatividade do ser humano com as tecnologias. Porém, questiono certos pontos da “docência online” como: os alunos ainda não tem condições financeiras de adquirir um computador; falta de experiência na prática de manusear a tecnologia de informática, e também com a Revista Nova Escola quando aborda que os tutores da Docência online ganham pouco com um trabalho que requer grande responsabilidade.
Assinar:
Postagens (Atom)
